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Foto: Freepik

Um levantamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde, com base em dados do IPM Saúde (Sistema de Informática Municipal) e do SIA (Sistema de Informações Ambulatoriais), constatou uma queda na realização de exames de mamografia na rede pública, exame importante para o rastreamento e detecção precoce do câncer de mama. A mamografia, assim como o exame citopatológico do colo do útero, é imprescindível nos programas de rastreamento e diretrizes recomendadas pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) e Ministério da Saúde, quanto à faixa etária e periodicidade.

Conforme o levantamento, em 2019 foram realizados 4.732 encaminhamentos para realização de mamografias para rastreamento, em 2020 foram 2.561 e em 2021 (até a presente data) foram 1.984. São pedidos de exames para rastreamento, encaminhados por profissionais da rede pública municipal de saúde, que mostram a redução na procura por esses exames ao longo de 2020 e 2021. Com relação aos agendamentos, foram 3.372 em 2019, 2.951 em 2020 e 1.164 em 2021 (até a presente data).

A Secretaria de Saúde esclarece que, considerando a disponibilidade de agenda e a data de solicitação, alguns encaminhamentos de um ano, foram agendados no ano seguinte. Ainda assim, quando confrontados os agendamentos com o total de exames realizados, é possível perceber o elevado índice de faltas aos procedimentos agendados. Em 2019 foram 2.857 mamografias realizadas, 2.724 em 2020 e 535 em 2021 (período de 1º de janeiro até 30 de abril).

Controle

A mamografia deve ser realizada a cada dois anos em mulheres de 50 a 69 anos. Fora da faixa etária e periodicidade, o exame é recomendado somente para mulheres com sinais ou sintomas de câncer de mama.

Texto: Maurenn Bernardo

Publicado na edição 1266 – 17/06/2021

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