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Como seres espaciotemporais, situamo-nos num tempo e num espaço. Temos um tempo limitado e um espaço determinado para existir e viver. Que o nosso tempo seja bem aproveitado e o espaço bem saudável. Cuidar desta casa – o espaço ou o meio ambiente – é uma missão social e igualmente pessoal.

Pessoalmente, o primeiro meio ambiente do qual devemos cuidar é o próprio corpo. Que este espaço – o corpo – seja bem cuidado, bem dignificado, bem sublimado. Que o nosso corpo seja bem ecológico, para que a vida em nós se manifeste plenamente, para que não corramos o risco de viver por viver, de forma banal, doentia, estéril…

Se o nosso corpo, para viver plenamente, necessita de um Planeta saudável, o Planeta também, para ser favorável à vida plena, precisa de nosso corpo saudável. Pessoas saudáveis proporcionam ambientes saudáveis.

Um corpo ecológico cuida bem da alimentação. Comidas e bebidas saudáveis favorecem a saúde física, promovem a vida. E aqui entra um tema crítico nestes tempos materialistas: o consumo. A saúde do corpo e a saúde do Planeta estão relacionadas ao consumismo. Pessoas saudáveis consomem apenas o suficiente, apenas o que favorece a vida.

Alimentar-se não deve ser um vício, mas um ritual sagrado, um ritual de vida.

Se isto não é suficiente para entender, podemos descer ao nível econômico. Manter um corpo ecológico custa pouco, pois evitamos o consumo de uma infinidade de alimentos nocivos. Manter a saúde natural, com alimentação adequada, dispensa também gastos com médicos e remédios, além de nos poupar bastante tempo. Com essa economia de dinheiro e de tempo, podemos investir em arte, cultura, conhecimento, viagens…

Tudo isto significa optar pela VIDA. A sabedoria deve começar desde cedo, já na infância, quando nasce a consciência de que se pertence à grandeza da criação e de que a vida é sagrada.

Texto: Lauro Daros

Publicado na edição 1287 – 11/11/2021

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