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Foi presa neste domingo, 15 de setembro, Darli Nardes Tenca, 38 anos, principal suspeita de ter sido a mandante do assassinato do próprio marido, Agnaldo Tenca, morto em 4 de julho do ano passado no bairro Campina da Barra.

Darli era considerada foragida pela Polícia e foi detida em Piçarras, Santa Catarina. Embora não haja maiores informações sobre como se deu a prisão, sabe-se que investigadores da Delegacia local já haviam identificado que ela estaria no litoral catarinense e nos últimos dias teriam intensificado o cerca a “viúva negra”. Acuada, ela teria tentado uma fuga desesperada, mas acabou dando de cara com policiais militares de Santa Catarina e acabou sendo detida. Darli deve ser transferida para Araucária nos próximos dias.

De acordo com a linha de investigação traçada pela Delegacia de Polícia Civil de Araucária, o crime teria sido executado por Jeferson Rodrigo Machado, mais conhecido como Jefinho, 30 anos. Ele esta detido temporariamente desde o último dia 26 de julho.

O delegado Tiago Wladyka e sua equipe apuraram durante as investigações que Darli estaria insatisfeita com o relacionamento. Agnaldo, porém, não queria se separar, o que teria tornado a relação conflituosa. “Segundo apuramos nos depoimentos, ela não queria mais ficar com Agnaldo, e acabou se envolvendo com o Jefinho, com quem teve um relacionamento amoroso”, relatou tão logo houve a confirmação da prisão do suspeito de ter feito os disparos.

Relembre o crime

O mascate Agnaldo Tenca foi assassinado com três tiros, na rua Primavera, no bairro Campina da Barra, enquanto ele trabalhava. A vítima foi procurada por uma pessoa que se dizia interessada nos produtos que ele vendia. O suposto cliente repassou um endereço, via whatsapp, para se encontrar com o vendedor que, ao chegar no local, foi covardemente assassinado, com diversos disparos de arma de fogo. O mascate morreu ainda no local do crime.

Agnaldo Tenca foi morto a tiros na rua Primavera, no Campina da Barra. Foto: divulgação

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