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Cidadania

O Cidadania realizou na última sexta-feira, 12 de novembro, seu congresso municipal. Na oportunidade o partido escolheu seu novo diretório municipal, que definirá os rumos da legenda em Araucária ao longo dos próximos quatro anos.

Genildo presidente

Durante o evento, por aclamação, o nome do secretário de Governo Genildo Carvalho foi escolhido para presidir o Cidadania pelo próximo quadriênio. Homem de confiança do prefeito Hissam Hussein Dehaini, que é a estrela maior do 23 em Araucária, Genildo estará à frente da legenda nas eleições gerais do ano que vem e também no processo eleitoral municipal de 2024.

Tranquilidade

Já como presidente do diretório do Cidadania, Genildo fez questão de fazer um discurso destacando os avanços trazidos pela gestão Hissam à cidade ao longo dos últimos anos. Pontuou, porém, que o momento é de administrar bem a cidade, dando as condições necessárias para que o prefeito siga fazendo um excelente governo. Genildo ainda fez uma análise sobre o cenário político estadual e nacional, pontuando que esse é o processo eleitoral que precisa da atenção de todos neste momento.

Executiva

Além de Genildo, também integram a executiva do partido o procurador-geral Simon de Quadros (primeiro vice-presidente), o vereador Ben Hur Custódio de Oliveira (segundo vice-presidente), o secretário de Finanças Luciano Stall (tesoureiro), Elisangela Farias (primeira secretária) e o secretário de Planejamento Samuel Almeida (segundo secretário).

AGIR

E falando nas eleições do ano que vem, o ex-vereador Leandro Andrade Preto foi confirmado na semana passada como pré-candidato a deputado estadual pelo partido AGIR, que é o novo nome do PTC, legenda pela qual Leandro foi candidato a vereador em 2020.

Nilton Campos

E também de olho nas eleições do ano que vem, o ex-secretário de Trabalho e Emprego Nilton Campos se filiou ao PT. O encontro político que confirmou a adesão de Nilton ao partido de Rivadal Padilha aconteceu na semana passada. Ao que se sabe, Nilton quer ser candidato a deputado estadual pelo PT.

Hosana

Além de Nilton, Hosana Marcondes, que foi candidata a prefeita pelo PT no ano passado, também está na lista de pré-candidatos a deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores

Aprovado

Na sessão plenária desta terça-feira, 16 de novembro, a Câmara aprovou o projeto de resolução de reajustou o valor do auxílio-alimentação dos servidores do Poder Legislativo de R$ 600,00 para R$ 800,00 por mês. O aumento vale a partir de janeiro do ano que vem. Os vereadores ainda decidiram alterar a forma como o benefício é pago. Hoje, o auxílio é repassado por meio de crédito num cartão e, a partir de janeiro de 2022, será depositado em dinheiro na conta dos servidores efetivos e comissionados.

Reajuste

Deve ser votado nas próximas semanas o projeto de lei que reajusta o subsídio dos secretários municipais para R$ 17.600,00. Hoje, o salário desses profissionais é de pouco de mais de R$ 15 mil por mês. De iniciativa da mesa diretora da Câmara, o texto prevê ainda que o reajuste valha a partir de janeiro do ano que vem.

Diretores

Outro projeto em tramitação pela Câmara reajusta o salário pago aos cargos em comissão que ocupam função de direção no Poder Legislativo. De iniciativa da Comissão Executiva do parlamento, ele fixa em R$ 17.600,00 o salário do diretor geral e do procurador jurídico Casa; em R$ 16.000,00 o soldo do controlador interno e, em R$ 11.900,00, os salários dos seis diretores com cargo de livre provimento (Administrativo, Processo Legislativo, Financeiro, Escola do Legislativo, Tecnologia da Informação e Chefe de Gabinete da Presidência). As alterações ainda não têm data para serem votadas, mas – se aprovadas – os novos salários valem a partir de janeiro de 2022.

Viaduto

De iniciativa do vereador Ricardo Teixeira (PSDB), a Câmara confirmou esta semana a aprovação do projeto de lei que nominou o viaduto de entrada da cidade como “Viaduto Aníbal Khury”. A proposta segue agora para sanção ou veto do prefeito Hissam Hussein Dehaini (Cidadania).

Polemicazinha

Como não poderia deixar de ser, a decisão de homenagear a obra com o nome do ex-deputado estadual gerou certa polêmica, tanto é que a proposição, embora aprovada, não teve o apoio da totalidade dos vereadores. Isto porque houve edil que dissesse que o viaduto deveria receber o nome do patriarca da família Raksa, já que muita gente usa o comércio de materiais de construção que fica ao fim do viaduto para referenciá-lo. Houve quem dissesse que ele deveria ser batizado só como “viaduto da entrada da cidade”, como já é conhecido e assim por diante. Enfim, o que não faltou foi gente dando opinião sobre como chamar aquela obra, que já está pronta há mais de dez anos

Fato

Independentemente de quem tem razão nessa discussão acerca do nome do viaduto, é preciso concordar com uma constatação feita pelo autor do projeto, Ricardo Teixeira, que se incomodou com as reclamações que sua proposta recebeu. Corretamente, ele lembrou que a obra já existe há vários anos, sem que nenhum abençoado tivesse a iniciativa de nominá-lo. Daí foi só ele fazer a proposta que não faltou “defensor da memória araucariense” para dizer que o nome poderia ser outro e tentar desqualificar sua ideia.

Combustível

Também na sessão plenária desta semana os vereadores aprovaram o projeto de lei que proíbe o abastecimento de automóveis após o travamento automático da bomba de combustíveis. De iniciativa do vereador Pedro Ferreira de Lima (Cidadania), o texto fixa em R$ 1.000,00 a multa aos postos que não respeitarem a norma.

Justificativa

Ao justificar a importância do projeto, Pedrinho argumentou que o abastecimento após o travamento automático pode causar problemas de saúde ao frentista, já que as substâncias contidas nos combustíveis são tóxicas. Da mesma forma, pontuou o vereador, encher o tanque após o travamento automático pode danificar o automóvel.

Tá cara

Sobre o projeto de lei de Pedrinho, houve quem já fizesse piada dizendo que essa será a lei mais fácil de se cumprir de todos os tempos. Afinal, com a gasolina custando mais de R$ 6 o litro, ninguém tem condições de encher o tanque mesmo. É aquela história: negócio é não perder o bom humor.

Texto: Waldiclei Barboza

Publicado na edição 1288 – 18/11/2021

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