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Um empregador de respeito - notícias da Comercial  - O Popular do Paraná
Além de vigilância a empresa também trabalha com recepção

Se alguém disser que existe uma empresa com 26 anos de existência, que ela tem hoje 1.390 funcionários, presta serviço a empresas privadas e também no setor público e que tem clientes espalhados por quase todo o estado do Paraná, dificilmente alguém diria que ela nasceu e funciona até hoje em Araucária. Pois trata-se do grupo Emparseg/Emparlimp e, sim, ele nasceu aqui na terra das araucárias, onde funciona até hoje sua sede operacional.

Dividido em dois braços, um atuando na área de vigilância e outro focado em limpeza e conservação, a empresa tem hoje quase 1.400 funcionários, sendo que 60% deles são residentes em Araucária.

Ela tem clientes em várias cidades do estado, atendendo empresas privadas e também prefeituras, autarquias, inclusive o próprio Governo do Estado. Tem uma forte atuação na área de segurança pa­trimonial, possuindo atualmente mais de trezentos vigilantes armados, na Emparseg. Quase 1.100 funcionários estão alocados em clientes atuando na limpeza, conservação, jardinagem, serviço de copa e recepção, na Emparlimp.

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Funcionário monitorando salas de leitura na Biblioteca Pública do Paraná

Fiscalização rigorosa

Essa separação, segundo a direção do grupo, foi necessária por conta das regras impostas pela Polícia Federal, órgão responsável pela autorização para compra do armamento utilizado pelos profissionais de vigilância. “Temos normas muito rígidas a seguir para obter autorizações tanto de fun­cionamento quanto da compra de armas e munição”, explica um dos diretores. Segundo ele, para obter o registro a empresa não pode ter nenhuma outra atividade prevista em seu contrato social que não seja de vigilância armada. Também, segundo ele, é necessário uma quantidade específica de capital social e mais algumas exi­gências. “Mesmo depois de ter autorização para funcionamento, para fazer compra de armas, é necessário que tenhamos um contrato assinado com o cliente, que justifique a necessidade daquela quantidade específica de armas”.

Além das autorizações, para que os vigilantes as utilizem durante seu trabalho, eles precisam passar por uma qualificação específica para a função, além dos cursos de reciclagem periódicos. “O rigor no uso das armas é imenso. Quando as armas não estão sendo utilizadas em determinado turno, o vigilante devolve e elas devem ser acondicionadas em cofres próprios para isso. Caso o contrato com o cliente termine, a Polícia Fe­deral tem o controle sobre a quantidade de armas que possuímos e fica muito em cima disso. Temos que estar sempre com nossas certidões cem por cento em dia. Não é qualquer empresa que consegue essas autorizações”, detalha o diretor. Isso tudo, complementa ele, é para fazer a segurança patrimonial, chamada intra muros, apenas em local fechado.

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Funcionária fazendo trabalho de conservação na Biblioteca Pública do Paraná

Equipe treinada

Além do Paraná, a empresa chegou a ter unidades em outros estados, mas por uma questão logística e preocupação em manter a qualidade do atendimento, tomou a decisão estratégica de trabalhar apenas em nosso estado. Porém tem uma atuação forte no setor público, onde todos os contratos são conseguidos através de licitação. Sobre a equipe, o diretor diz com orgulho que tem funcionários que estão na empresa há mais de vinte anos e que já disseram que pretendem se aposentar ali. “Somos uma grande família. Nosso pessoal é bom porque fazemos questão de tratar cada um deles com o respeito que eles merecem”, finaliza.

Em Araucária tem contratos com a Companhia Municipal de Transporte Coletivo (CMTC) e Câmara de Vereadores de Arau­cária.

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Vigilante armado, na Câmara de Vereadores de Araucária

Serviço

O Grupo Empar fica na rua Diógenes Brasil Lobato, 120, Centro, em Araucária. O telefone para contato é (41) 3642-4260.

Texto: Carlos do Valle / fotos: Carlos do Valle

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